
Mapa elaborado pelo Demutran vai nortear futuras campanhas de conscientização e de respeito às normas de trânsito em Itapevi (Foto: Divulgação/PMI)
O registro de 7.612 infrações de trânsito no ano passado revelou: em Itapevi a infração mais cometida é a do estacionamento irregular, responsável por 2.303 autuações. A vice-liderança coube ao desprezo ao uso do cinto de segurança, com 1.258 casos. Dirigir falando ao telefone celular não teria nada de irregular para 986 condutores flagrados pelos agentes.
A desobediência às normas e à sinalização de trânsito também esteve na mira das autoridades públicas, incluindo funcionários da Secretaria de Higiene e Saúde que atuam pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU).
O relatório do SAMU engloba o segundo semestre de 2009 e comunica 312 acidentes de trânsito em vias públicas do município. A maioria, 118, teve lugar nas rodovias Engenheiro Renê Benedito da Silva (SP-274) e PM Nelson Tranchesi, a SP-29, elo entre a Roselândia e a Castello Branco (SP-280). As causas mais prováveis para o elevado número de ocorrências, divulgadas pela assessoria de Ruth sem menções a números de mortes, seriam fatores como imprudência dos condutores, associada às condições das pistas. Ambas as rodovias pertencem ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER), passam por obras de melhorias neste momento, mas ainda estariam carentes de sinalização adequada.
Dos acidentes divulgados, 21 ocorreram na avenida Rubens Caramez. A avenida Pedro Paulino foi cenário para 15; outros 13 aconteceram na avenida Presidente Vargas. O balanço feito pelo Demutran também destacou que motociclistas são campeões de acidentes. No período analisado, 208 estiveram entre as vítimas, contra 203 motoristas de automóveis de passeio e outros veículos. Também ficou em primeiro lugar a quantidade de pilotos acidentados (160), ante 88 pedestres e 52 motoristas.
"Com a ajuda deste mapa podemos saber onde estão os pontos mais perigosos e conhecer um pouco melhor o perfil de nossos motoristas, possibilitando, assim, direcionar as ações do Demutran", comentou Ruth Banholzer.
