
O descarte de lixo eletrônico no Brasil vem crescendo anualmente e país não tem critérios para controlá-lo (Foto: Arquivo)
"Essa iniciativa nasceu em virtude da preocupação da Garantech com o destino que era dado aos equipamentos que não tinham conserto nas mais de 3.000 assistências técnicas de nossa rede credenciada", declarou André Rutowitsch, diretor da Garantech. O descarte inadequado deste tipo de lixo vem se tornando cada vez mais grave. Relatório do Programa das Nações Unidas para o meio ambiente (Pnuma), divulgado no final de fevereiro, apontou o Brasil como mercado emergente que gera o maior volume de lixo eletrônico per capita, anualmente. O país, contudo, ainda não tem estratégia para evitar transtornos e danos ao meio-ambiente.
Os equipamentos depositados nos pontos de coleta são destinados à Suzaquim, parceira da Gerentech. Lá, são adequadamente desmontados. Componentes plásticos abastecem recicladores, as partes de aço, fundidas, viram novas peças que precisam do material. Já os componentes eletrônicos, mais tóxicos, após trituração, passam por processos químicos que geram sais e óxidos metálicos utilizados para colorir pisos cerâmicos, por exemplo, além de produtos diversos feitos em metalúrgicas.
Empresa heptacampeã
A Garantech é líder do mercado brasileiro de garantia estendida e tem mais de 3.000 pontos de assistências técnicas afiliadas no país. Fundada em 1998, integra o grupo Itaú-Unibanco e é parceira da Whirlpool (marcas Brastemp e Cônsul). Além da garantia estendida, oferece amplo portfólio de seguros voltados ao segmento varejista. Por sete anos consecutivos tem levado o prêmio da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Autorizados em Eletroeletrônicos (Abrasa) de melhor seguradora de garantia estendida.
